quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Simples como Jesus

Uma das mais marcantes pessoas que Deus usou para me atrair à buscá-lo, foi uma colega de turma do ensino médio. Não tinha nada de muito especial nela. Ela não era muito popular, não falava coisas engraçadas e nem era admirada por todas as pessoas da turma – pra falar a verdade, ela conversava com apenas 1/5 das pessoas da turma. Era uma aluna muito “normal”. Estudava, não colava, não gazeava aula e, apesar de não tirar as melhores notas da turma, tinha boas notas.
Essa menina era cristã e eu achava que não tinha nada a menos que ela nessa questão de religião, pois me dizia evangélico. Eu me sentia muito mais feliz e livre do que ela. Eu colava nas provas, gazeava aula, invadia a piscina do colégio... E eu era evangélico. Resumindo, eu considerava que eu tinha todas as vantagens celestiais de ser evangélico e também coragem para ter as “vantagens” de ser livre pra desrespeitar pessoas, desrespeitar ordens e desonrar autoridades. No fundo, eu considerava que ela não tinha coragem de fazer o que eu fazia.
Foi aí que, um dia, aquela menina apresentou uma dança em um trabalho de Educação Física e depois passou entregando uma panfleto pra cada pessoa da sala, convidando-os para aceitarem a Cristo. Foi incrível! Eu pensei comigo que, como cristão, eu não me sentia ousado o suficiente para fazer uma coisa dessas. Foi aí que eu percebi que por trás daquela menina humilde e silenciosa, havia uma cristã ousada e totalmente diferente que os demais evangélicos de 17 anos que eu conhecia. Desejei ardentemente ter àquilo que aquela menina tinha e depois de buscá-lo e dar alguns passos de obediência, fui tocado por Deus e minha vida nunca mais foi a mesma.

Essa atitude de humildade misturada com ousadia era claramente Jesus na vida daquela menina. Apocalipse 5 fala sobre isso.
No verso 2 e 3, um anjo fala sobre o livro que ninguém é capaz de abrir. Isso mesmo, NINGUÉM. Era o fim! Ninguém era digno de abrir aquele livro. Nem mesmo o mais bondoso da terra, nem os padres, pastores, monges, rabinos ou o papa. Aí no verso 4 João estava chorando muito, pois ninguém era digno de sequer olhar para o livro. Mas no verso 5 um cara chega e diz pra ele não chorar mais, pois teve alguém que venceu para finalmente abrir o livro, este é o Leão da tribo de Judá! Absolutamente ninguém era capaz de abrir o livro, a não ser o Leão. Ninguém foi tão longe quanto ele. Eu não sei vocês, mas lendo esse texto, eu imagino um baita leão forte e poderoso. Tipo um Aslam. Poderoso, ousado, grande e destemido.
O mais incrível e emocionante, é que no verso 6, João diz que o que ele viu não era o leão grande, forte... que eu imaginei. Ele viu um cordeiro.
Talvez nem todos os que vivem em cidades tem muita noção de cordeiros. Quando eu era criança, morei com minha família por alguns meses numa chácara. Havia cerca de 10 ovelhas lá. Houve um tempo, em que alguns cães começaram a entrar na chácara e matar algumas ovelhas, até que não sobrou mais nenhuma. Lembro-me de uma ovelha bem machucada pelos cães, que nem conseguia andar e meu pai tinha que sacrificá-la. Ele não me deixou ir junto, mas eu lembro dos momentos finais dela. Ela estava bem quieta. Apesar de estar toda destruída e a ponto de morrer, não fazia barulho e nem parecia assustada. Assim é um cordeiro. E Isaías 53:7, fala sobre Jesus assim: “Ele foi oprimido e afligido; e, contudo, não abriu a sua boca; como um cordeiro foi levado para o matadouro, e como uma ovelha que diante de seus tosquiadores fica calada, ele não abriu a boca.”

Isso é impactante. Embora Jesus tenha atitudes de leão (ousadia). Quando olhamos para ele, vemos a aparência de cordeiro (humildade). Jesus é o maior exemplo de ousadia e, ao mesmo tempo, o maior exemplo de humildade. Isso é o que significa ser simples!

Conheci poucas pessoas nessa vida que agiam dessa forma. E penso que nada é tão impactante do que ver uma pessoa humilde, que por vezes é considerada fraca e sem coragem, mas que está pronta para ser usada por Deus com ousadia. Tais pessoas entenderam o que está escrito em Salmos 115:1

“Não a nós, Senhor, nenhuma glória a nós, mas sim ao teu nome, por teu amor e por tua fidelidade!”

Quero ficar invisível quando todos quiserem aparecer e dar um passo a frente quando todos quiserem ser apenas espectadores.

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Viagem à Bolívia

Como prometi, vou escrever sobre a experiência que tive na Bolívia no mês de Julho deste ano.

Saímos com uma equipe grande, com cerca de 40 pessoas, de Indaiatuba/SP, num ônibus fretado pelos irmãos batistas que nos levaram. Após 24 horas de viagem, chegamos a cidade Puerto Quijarro, na Bolívia; uma cidade que faz fronteira com o Brasil.
Fiquei hospedado na Igreja Batista Emanuel de Puerto Quijarro. Pensei que iria passar calor, mas passei muito frio, por isso usei as mesmas blusas praticamente todos os dias (eram as únicas duas que levei para a viagem).
O trabalho realizado foi bastante voltado para crianças e adolescentes, mas também tive a oportunidade de conversar com os mais velhos. Realizamos algumas gincanas para a criançada, sempre com a intenção de falar de Jesus. Palhaçadas, malabarismo e peças de teatro foram as estratégias mais usadas por nós nas ruas, praças, escolas e orfanatos. Também servimos a denominação Presbiteriana em Puerto Suarez e um casa de recuperação para dependentes químicos em Mutún.
Pra mim, foi muito impactante conhecer o pastor Ramiro Flores lá de Puerto Quijarro. É um boliviano que inspira e tem muito a ensinar. Aprendi muito com ele na importância de acreditar no trabalho evangelista com crianças. Em um certo momento ele me disse algo mais ou menos assim: “Quando você olhar para as crianças que estiver ensinando, não veja apenas as crianças imaturas e irresponsáveis, mas veja pastores, missionários, profetas. Acredite nelas.”
Outro momento muito marcante, foi quando eu e mais alguns jovens fomos a um presídio. O garoto que nos levou lá faz um trabalho semanal naquele lugar para levar Jesus aos presidiários. Apresentamos uma peça de teatro lá dentro e depois de falar um pouco sobre a peça e sobre meu testemunho, perguntei quem gostaria de se relacionar com Jesus e muitos deles quiseram. Ficamos muito felizes por isso. Nós oramos com eles e ficamos lá conversando. Espero que a decisão que tomaram naquele dia permaneça queimando em seus corações.

Voltamos para o Brasil no dia 26 de Julho e eu cheguei em Curitiba no dia 27.

Foi uma experiência curta, mas intensa. Sempre que me envolvo com esse tipo de vida cristã fico pensando, “É assim que eu quero gastar todo o restante da minha vida, seja em Curitiba ou onde for”.
Com certeza ainda temos muito para aprender, mas não vamos perder mais tempo... Aceitemos de uma vez por todas essa vida missionária que Jesus nos propôs!
Brincando com as crianças

As barracas onde passamos frio dormimos

A Lusi boliviana


As crianças se divertindo... rsrs



Pr. Ramiro

Evangelismo na rua
Apresentando teatro

Apresentando teatro


domingo, 14 de julho de 2013

Viagem para a Bolívia

Agora em Julho estarei de férias da faculdade a partir do dia 15 e vou passar minhas férias na Bolívia com a JOCUM de Campinas/SP. Vamos servir a Igreja numa cidade chamada Puerto Quijarro e nossas principais atividades serão com crianças e jovens. Estaremos saindo de Campinas para a Bolívia no dia 18 de Julho e voltamos no dia 25.



Gostaria de pedir para você que estiver lendo, que ore por mim e por toda a equipe. Se puderem, divulguem esse post.

Pedidos de oração:
- Por proteção na viagem de ida e de volta.
- Por unidade na equipe.
- Por dependência do Espírito Santo para abençoarmos as pessoas de lá que tivermos contato.
- Por corações abertos, tanto dos bolivianos quanto os nossos, para recebermos àquilo que Deus quer ensinar para cada um de nós neste tempo.

Em breve volto para dizer como foi. Uhu!

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Amor Fraternal

Nessa últimas semanas, Deus tem falado comigo sobre a grande importância na profundidade dos relacionamentos entre as pessoas da Igreja de Jesus. Tenho orado sobre isso para a Igreja, pois acredito que entendi que não precisamos apenas de pessoas cheias do Espírito Santo ministrando - não que isso seja ruim -, mas precisamos dar valor a vida das pessoas que congregam conosco! Confirmando isso, num evento chamado Desperta, que aconteceu na Comunidade Alcance, onde frequento, Deus falou de uma forma muito forte sobre UNIDADE com todos os jovens da Alcance que formavam o grupo de organização do evento! Oramos sobre isso em todos os momentos de intercessão e os nossos pastores comentaram da necessidade de estarmos mais juntos. Acredito que Deus está trazendo à tona essa questão, pois muitas reuniões da Igreja - principalmente nas reuniões de grandes denominações -, as pessoas passam muito tempo entrando e saindo sem ter nenhum relacionamento profundo com as pessoas que lá estão. O único relacionamento entre os crentes tem sido o cumprimento que o pastor pede para fazer para a pessoa do lado! Acredito que Deus tem mostrado que nossos relacionamentos não podem se limitar às "obrigações ministeriais". Isto está muito errado. Não há outra razão para congregar se não ter comunhão com a Igreja, isto é, com as pessoas. Ouvir pregação, cantar louvor e orar é benção pura, mas não precisamos nos reunir como Igreja pra isso.

"Eu não demonstro meu amor por Deus quando vou a igreja, demonstro meu amor por Deus quando amo meu próximo" (Landa Cope)

É maravilhoso nos reunirmos para evangelizar, mas é terrível pensar que nos interessamos e amamos os perdidos de fora, mas não sabemos e nem nos interessamos sobre o crente que está evangelizando ao nosso lado. É maravilhoso marcarmos uma vigília com o povo da Igreja, mas é terrível pensar que estamos fazendo isso sozinhos. Deus deseja curar as pessoas ao seu redor e Ele quer TE usar pra isso!

"Assim como o ferro afia o ferro, o homem afia seu companheiro" (Provérbios 27:17)

Esse dias eu estava meditando em João 8, no texto em que os fariseus levam uma prostituta à presença de Jesus. Geralmente os filmes e peças de teatro mostram a prostituta como uma mulher humilhada, quieta, de cabeça baixa. Da até pena dela. Mas, pensando bem, acredito que nossos sentimentos tendem a ser mais parecidos com os dos fariseus do que com os de Cristo. Imagino que a prostituta era daquele tipo de pessoa que ninguém sente pena ou compaixão, aquele tipo de pessoa que ninguém gosta de estar perto, que não tem nada a acrescentar em nossas vidas. Talvez ela estivesse gritando, cuspindo e falando palavrão. Talvez a posição dela não era de humildade, mas de arrogância e raiva contra todos, inclusive Jesus. E foi esse tipo de pessoa que Jesus não condenou e aceitou andar junto. Nem sempre Deus manda as pessoas mais legais e interessantes para nós. Mas parece que só estamos dispostos a andar juntos com quem pode nos acrescentar algo. Isto é não o que Jesus fazia! Isso não é o que Jesus FARIA!

Creio que precisamos nos interessar mais pelas pessoas ao nosso redor. Ainda que falem besteira, ainda que sejam hipócritas, ainda que desviem o olhar quando passam por nós... Deus tem me mostrado que preciso decidir e desejar receber um batismo de amor fraternal por elas.

Entendo que Deus deseja que as pessoas que formam a Igreja de Cristo, se envolvam umas com as outras. Temos que decidir e desejar esse amor fraternal por nossos irmãos. É nessa profundidade de relacionamento que a gente deseja consolar os que se sentem tristes, aconselhar quem está em dúvida, testemunhar, orar junto, curar... tudo isso vêm por amor. Aí não iremos mais buscar essas coisas por amor ao nosso ministério, mas por amor àqueles que estão ao nosso lado.

Deus tem posto uma oração na minha boca para a Igreja de Jesus e eu te convido a orar comigo sobre isso:

"Deus, batiza-nos com um amor fraternal. Precisamos de um batismo de amor fraternal."

terça-feira, 5 de março de 2013

Escravos do prazer

Estava pensando sobre o conceito de pecado que normalmente é divulgado por aí. Geralmente, o que se pensa é que pecar é fazer algo que Deus não gosta que você faça e aí Ele irá puni-lo por isso. Mais ou menos como quando éramos disciplinados por nossos pais quando riamos aonde não podia ou saíamos de casa para brincar sem permissão.
Particularmente, não acredito que seja assim. Acredito em um conceito de pecado que ouvi há alguns anos atrás, de um grande amigo meu, que dizia que “pecado é tudo aquilo que te afasta de Deus”. Assim sendo, se Deus é totalmente bom, o pecado não pode ser bom, pois é justamente ele que te afasta do bom! Entretanto, alguém poderia dizer: “Discordo! O pecado é sim muito bom!”. Contudo, não considero que ele seja bom, mas sim, momentaneamente prazeroso. É aí que eu quero chegar. Nem tudo que é bom para nós, é também prazeroso, assim como nem tudo que é prazeroso, é necessariamente bom. Por exemplo, assistir pornografia pode ser algo extremamente prazeroso para a maioria dos homens, mas não algo bom para eles, pois existem estudos que revelam várias consequências negativas provenientes da prática de ser um expectador de pornografia, como queda dificuldade de relacionar-se socialmente e vários outras. Outro exemplo é o da “cerveja com os amigos”. Pode ser muito prazeroso ficar bêbado com os amigos ou simplesmente beber socialmente com eles, porém é comprovado que o álcool (em qualquer quantidade) deixa as pessoas mais violentas. Mesmo que seus amigos se divirtam em ver-te bêbado, sua esposa e filhos provavelmente não ficarão felizes ao vê-lo assim; e ainda que fiquem, a maioria das cervejas (se não todas) só fazem mal a saúde e talvez trarão prejuízos físicos mais cedo para sua vida.
Enfim, se apesar das consequências de algum ato as pessoas continuam praticando-o, alegando que o fazem por causa do prazer que eles trazem, em minha opinião, essas pessoas são escravas do prazer.

”Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão” (Gálatas 5:1)

Jesus pode e quer ser o nosso maior prazer! Só Jesus pode preencher o vazio que tentamos preencher com coisas. Quando enfim estivermos satisfeitos em Deus, deixaremos de tomar decisões baseados no prazer que trazem, mas sim, seremos LIVRES para decidir aquilo que é bom!! O obeso preso a glutonaria vai começar a comer coisas leves e a praticar exercícios; os que se envolvem com prostituição e/ou pornografia vão guardar seus corpos e mentes para um único cônjuge e serão fiéis a este; o beberrão irá passar mais tempo com a esposa e filhos, podendo livremente escolher estar são para ouvi-los e sem bafo para beijá-los; a anoréxica será livre para considerar sua saúde mais importante do que a sua vaidade; o fumante largará o cigarro, pois achará descanso da sua angústia em Deus; o drogado será tão satisfeito de Deus, que a droga não terá mais utilidade e ele poderá voltar para sua família, cuidar da saúde e arranjar um emprego.
Não se trata de sermos proibidos de pecar para Deus não nos castigar; se trata de ser livre da necessidade do prazer, para assim, podermos escolher aquilo que é bom e não precisar colher consequências ruins das nossas ações.

“Por isso digo: Vivam pelo Espírito, e de modo nenhum satisfarão os desejos da carne. Pois a carne deseja o que é contrário ao Espírito; e o Espírito, o que é contrário à carne. [...]

Ora, as obras da carne são manifestas: Imoralidade sexual, impureza e libertinagem; idolatria e feitiçaria; ódio, discórdia, ciúmes, ira, egoísmo, dissensões, facções e inveja; embriaguez, orgias e coisas semelhantes. [...]

Mas o fruto do Espírito é amor, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. [...]

Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos.”

(Gálatas 5 : 16, 17, 19, 20, 22 – 24)

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Leões e Cordeiros

No último final de semana, estive em um impacto evangelístico organizado pela JOCUM Curitiba, numa cidade do litoral do Paraná chamada Guaratuba.
Em uma das madrugadas que saímos para evangelizar, um piá de uns 20 e poucos anos sentou-se ao lado do nosso grupo e começou a puxar conversa. Ficamos lá conversando um tempo com ele, até que ele começou a falar sobre a humildade. Eu e um amigo meu, percebemos que Deus trouxe aquele assunto e demos corda pra o que ele dizia, sem nem falarmos que eramos cristãos.
Nós dizíamos:
- É incrível quando alguém dono de uma mansão vai para um barraco só pra estar junto de alguém!
E ele respondia:
- ééé!
- Ainda mais quando o cara é dono de um monte de coisa e se rebaixa pra estar com a galera!
- ÉÉÉ!
- Cara, o dono de tudo isso aqui que você tá vendo é o cara mais humilde que existe!
- E você conhece ele?! - Perguntou o piá.
- Sim, eu to falando de Jesus!
Nos últimos tempos eu tenho percebido quão bela é a humildade de Jesus. Há alguns dias atrás, estava meditando em Apocalipse 5. O discípulo João estava chorando muito, pois ninguém era digno de abrir o Livro. Mas aí um ancião chegou a ele e disse para não chorar, pois o Leão venceu para fazer isso! (Uhul!!!) Mas quando João olha para aquele que venceu, não era como Leão, mas sim, como Cordeiro!

O que eu aprendi com isso, é que as atitudes de Jesus são atitudes de Leão, isto é, atitudes cheias de ousadia e coragem. Mas quando olhamos para como ele é, vemos um Cordeiro humilde e simples. Jesus é o exemplo perfeito a ser seguido! Tenho entendido a necessidade de sermos Leões por dentro e Cordeiros por fora.
Desde que comecei a me interessar por Jesus e pelo seu caráter, as pessoas que mais me impactaram nesses anos todos, foram aquelas que só depois de um tempo que eu as conhecia é que descobria o quanto elas eram sábias e ousadas. É aquele tipo de pessoa que não chama muito a atenção, que considera a opinião dos outros, que ouve mais do que fala, mas quando você senta em algum momento e escuta o que essa pessoa tem a dizer ou presta atenção nas atitudes dela, percebe que ela tem muita coisa boa para falar e ensinar. Isso é totalmente maravilhoso. Eu quero ser assim! Eu penso que todos os cristãos deveriam se esforçar para ser assim! Cordeiros humildes, que apesar de conhecerem mais da Bíblia do que os irmãos mais novos, não fazem questão de vencer uma discussão “evangélica” sobre princípios cristãos, mas ao mesmo tempo, Leões ousados que aceitam prontamente a oportunidade de pregar em cultos ou nas ruas. Cordeiro humildes, que apesar de estar servindo a Deus muito mais intensamente do que outras pessoas, valorizam os “pequenos começos” dos outros irmão. Cordeiros humildes, que aceitam serem vistos como cristãos que não tem muita coisa para oferecer, ainda que, por dentro, são Leões ousados, que tomam a iniciativa de obedecer a Deus quando ninguém tem coragem pra isso.

Por fim, posso estar errado, porém, por enquanto, ainda tenho essa opinião:
Um cristão precisa saber que foi chamado para ser um Leão, se aceitar isso, as características de Leão serão vistas naturalmente. No entanto, o cristão não deseja exibir suas características de Leão, mas sim, se esforça, busca, deseja e luta para ser visto como Cordeiro!

Jesus é o maior exemplo de humildade e o maior exemplo de ousadia.
Jesus é o Cordeiro e o Leão.

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